Tag: Intercâmbio

Se em seus planos futuros incluem fazer um intercâmbio, saiba que o medo e a insegurança são coisas que menos importa nesse momento. Planejamento, pesquisas e estar familiarizado com o inglês são fatores importantes para que tudo aconteça sem maiores dores de cabeça.

Nosso conteúdo pode te ajudar nessa tarefa, pois contam com experiências vividas e desafios superados quando se trata de fazer o primeiro intercâmbio. São inúmeras as opções, disponíveis para todos a partir dos 7 anos e sem limite de idade. Isso significa que qualquer pessoa pode fazer um intercâmbio, seja conhecer uma nova cultura, aprender um novo idioma, estudar ou até mesmo trabalhar.

Os autores evolua.vc têm experiência adquirida durante anos de viagens e compartilham o que vivenciam ao longo dessa caminhada, assim é possível tirar dúvidas básicas, entender melhor o que é e como funciona um intercâmbio, além de poder esclarecer dúvidas na hora de escolher a melhor opção de lugar ou época do ano para fazer seu primeiro intercâmbio. Independente do que busca, seja estudar, trabalhar ou apenas curtir um tempo viajando o mundo, imerso em diferentes tipos de cultura que irá lhe proporcionar experiência que o transformará como pessoa e abrirá novos horizontes. Embarque nessa busca por conhecimento conosco.

Ficou com alguma dúvida sobre intercâmbio? Não tem problema, entre em contato com nossos autores por email ou pelas redes sociais e peça auxílio, todos que fazem intercâmbio pela primeira vez já passaram por alguma dificuldade e sabem muito bem a importância de compartilhar experiências, tanto para auxiliar, como também para crescimento pessoal.

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  • Partiu intercâmbio

    Partiu intercâmbio

    Buscar novos horizontes desde muito cedo estão impressos na minha vida. Mas minha última experiência em sair da zona de conforto me trouxe a nove mil quilômetros de casa.

    Tudo começou em setembro de 2019

    Acordei inquieta, me olhei no espelho e decidi que era o momento de mudar minha vida da água pro vinho. Partiu intercâmbio, foi a primeira coisa que passou pela minha cabeça. Mudar de país sempre esteve nos meus planos, isso já havia passado inúmeras vezes pela minha cabeça, mas nunca achei ser possível.

    Receio, insegurança, condição financeira, tudo isso martelava frequentemente sempre que imaginava a possibilidade dessa mudança. Mas dessa vez foi diferente, senti brotar uma força interna que não havia vivido até então.

    Não falei sobre com ninguém.

    Estudei as possibilidade, fiz contas, contei e recontei cada centavo. Fiz um verdadeiro check list de passos necessários para atingir meu objetivo. Corri para resolver o que era necessário, pesquisei, conversei com inúmeras pessoas.

    Me preparei psicologicamente.

    Abracei aqueles que amo, viajei muito sozinha e com minha família, fiz uma cirurgia, terminei todos os meu projetos pendentes e no dia 31 de janeiro desse ano, partiu intercâmbio e lá estava eu atravessando o Atlântico!

    31 de janeiro desse ano /evolua.vc
    foto arquivo pessoal

    Foram 15 horas de viagem.

    Quando acordei e vi lá de cima a Piccadilly Circus, uma rua em Londres famosa por seus telões gigantes, conhecida mundialmente como a “Times Square Europeia”, foi aí que pela primeira vez na vida eu senti:

    Cheguei até aqui, o sonho se torna realidade.

    Agora sou eu por eu mesma.

    Carmyn em Londres /evolua.vc
    Westminster Cathedral – Londres /foto facebook

    E desde então tem sido um dia após o outro de desafios a serem superados. Na verdade minha vida inteira passou por mudanças, hábitos, escolhas, amizades e até o cabelo resolvi mudar!

    Confesso que em determinados momentos bate um certo desespero, sozinha em um lugar completamente diferente. Quando essa sensação chega, procuro olhar para trás e relembrar toda a trajetória que me trouxe até aqui, reflito, agradeço e continuo acreditando no meu objetivo, sem pressa.

    31 de janeiro desse ano /evolua.vc
    /foto facebook

    Porque não importa o tamanho da mudança, seja uma mudança de país ou de hábito, se aconteceu, ela já está nos transformando em uma versão melhorada de nós mesmos. Que até então era impossível.

    É surpreendente.

    É sobre todo esse desconforto que mudanças geram que irei conversar por aqui. O que eu estou fazendo e como estou passando por uma pandemia do outro lado do mundo que contarei numa próxima!

    E ai, partiu intercâmbio? Embarque comigo nessa jornada.

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  • Como morar nos EUA mudou minha vida

    Como morar nos EUA mudou minha vida

    Eu sou Marília Munhoz, completo vinte e cinco anos em poucos dias e quem venho me tornando nessa (não tão longa) jornada deixa meu coração feliz. Não só feliz por conquistar – com muito esforço – meus objetivos e morar nos EUA, mas por, durante o caminho, evoluir psicologicamente, socialmente, emocionalmente e espiritualmente.

    Há pouco mais de três anos completei minha tão sonhada graduação em Jornalismo e preciso ser sincera, como esse momento me marcou! Foi a etapa em que mais me senti crescendo intelectualmente por todo o conhecimento compartilhado e adquirido. Foi onde abri minha caixa de Pandora de conceitos enraizados e deixei entrar a pluralidade de pontos de vista. Deixei fazer parte de mim aquilo que eu vi e ouvi, cada pessoa com quem eu aprendi.

    Pessoalmente, acho que fui corajosa em admitir muitos dos meus preconceitos, me deixar vulnerável e deixar ser educada por aqueles que tinham a experiência de uma vida. Mas engana-se você que pensa que é fácil se desvencilhar do que sempre acreditou ser verdade. É muito difícil chegar à conclusão de que a nossa própria realidade é infinitamente limitada se comparada a bilhões de realidades vividas diariamente.

    Ok. Completei minha graduação já muito orgulhosa de quem era aos 22 anos. Até eu embarcar, aproximadamente um ano depois, num avião para ir morar nos EUA.

    Vista Rockefeller Center evolua.vc
    Vista Rockefeller Center

    Se você não sabe o que é choque de realidade tente se desafiar em algo completamente novo que te tira da zona de conforto no pontapé. Pois bem, foi essa a sensação que eu tive. Senti o impacto do chute assim que afivelei o cinto para decolar e perceber que não tinha mais volta. E não teve.

    Ali naquele terminal eu deixei meus pais, minhas irmãs, minha família, meus amigos, meu gato, minhas roupas, minha comida, meu Português, parte da Marília que eu conhecia.

    Mais uma vez, assim que me deparei com a nova realidade. Morar nos EUA me abriu para a desconstrução de muitos conceitos e construção de novos que, até hoje, não acredito ter sido capaz de assimilar tanta coisa.

    E fui. E somos.

    Hoje, há dois anos longe de casa, posso dizer que construí um lar interior onde habita minha família, amigos, meus orgulhos, minhas inseguranças, minhas conquistas e alegrias, minha saudade, minha fortaleza dentro de mim mesma. Tudo habita em paz na mais completa harmonia na maior parte do tempo (às vezes sai briga de ego, mas tudo certo).

    Posso dizer que apenas recentemente alcancei um nível de maturidade muito interessante e isso me assusta até hoje. No dia em que somos capazes de olhar para si mesmos e escancarar pontos fracos para nos curarmos SOZINHOS, aí sim alcançamos um destino importante. O meu grita,

    BEM VINDA À VIDA ADULTA.

    Essa jornada é a mais perfeita roda gigante: quando se está no alto é preciso ter consciência e se preparar para o momento de estar no baixo. Quando no baixo se encontrar é obrigatório ter a certeza e tranquilidade de que o alto chegará novamente. Cíclico. Em ambas posições se perde e se ganha, mas estar a bordo da sua própria corrida é valioso e inigualável.

    É sobre diferentes altos e baixos e os desafios de morar nos EUA que eu vou falar nesse espaço e espero, junto de vocês, criar uma comunidade forte de apoio às nossas rodas gigantes particulares. 

    Vai ser um passeio lindo!

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