Tag: evolução

  • O circo chegou na cidade – Um relato sobre a importância da arte na vida de uma criança

    O circo chegou na cidade – Um relato sobre a importância da arte na vida de uma criança

    Toda vez que paro pra pensar na minha infância, me vem à cabeça que eu já era uma dançarina antes mesmo de aprender a andar. A importância da arte na vida de uma criança é como o ar é para respirar.

    Luriê com 5 anos /arquivo pessoal

    Lembro de ficar por horas e horas dançando e cantando o mais alto que podia ao som de qualquer música que estivesse tocando.

    Mas eu só fui descobrir o quanto isso seria importante pra mim anos depois. Cresci mais um pouco e chegou o dia em que eu, meus pais e meu irmão nos mudamos para Santa Cruz do Rio Pardo, no interior de São Paulo.

    Foi uma das maiores mudanças das nossas vidas, pois a rotina que costumávamos levar se transformou rapidamente e ficamos longe da maior parte da nossa família e amigos.

    Confesso que foi muito difícil no começo, houve dificuldades financeiras, muita saudade, preocupações a todo momento, adaptação na escola nova, ufa!

    As novas jornadas da paternidade

    Mas com o tempo, a confiança e união dentro da nossa casa, fomos dia após dia superando todos os desafios. Entre todas essas transformações, uma das mais singelas e mais significativas para mim foi com certeza o espaço que a gente agora tinha na nossa casa.

    Só pra você entender, em São Paulo eu tinha um corredor estreito dentro do apartamento e então, na casa nova, me via diante de um quintal enorme onde eu podia correr, brincar e o mais importante, dançar! E entender a real importância da arte na vida de uma criança.

    E então chegou o dia que definiu o resto da minha vida:

    O circo chegou na cidade!

    Eu nunca tinha ido em uma apresentação de nenhum segmento da arte, antes desse dia. E tudo o que eu posso dizer é que eu fiquei emocionada de ver o quanto o artista é especial, como é lindo ver a magia que ele possui de despertar as mais diversas sensações em um público, de encantar, de inspirar.

    Voltei pra casa e comecei a estudar e tentar reproduzir o número de contorção que tinha visto.

    Desse momento em diante decidi:

    Quero viver essa emoção pro resto da minha vida!

    Conectei a dança com a flexibilidade e posteriormente com o teatro, e essa se transformou na minha principal forma de expressão. Dancei por muito tempo por conta própria, comecei a treinar flexibilidade sozinha, depois surgiu a oportunidade de fazer aulas de circo, aulas e workshops de dança, aulas de teatro e assim foi e ainda é a cada dia que passa.

    Graças à arte

    Eu aprendi tanto sobre mim, sobre meu corpo, sobre o palco e sobre a vida. Coisas que jamais teria contato se não fosse toda essa influencia.

    Ainda tenho muito o que aprender e vivenciar através da arte e isso me deixa muito animada e curiosa pra descobrir os caminhos que vou trilhar.

    Nesse momento minha certeza é, continuarei sonhando e agarrando todas as oportunidades que surgirem de continuar fazendo o que eu amo.

    Vem comigo?

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  • Frustação e mudança, como está sendo minha reinvenção durante a pandemia

    Frustação e mudança, como está sendo minha reinvenção durante a pandemia

    Inicio dizendo que indícios sempre existiram, minha reinvenção durante a pandemia só não aconteceu antes por falta de maturidade para interpretar meu próprio comportamento, entender meu inconsciente e enxergar os motivos reais por trás daquela inquietude.

    Tive meu primeiro emprego aos 14 anos. Eu já perdi a conta de quantos lugares já trabalhei, para quantas empresas prestei serviço, quantos bicos que depois da faculdade aprendi que se chamava “freelas”.

    Uma conversa transformadora /evolua.vc

    Tanta diversidade no currículo me gerou muita frustração, das inúmeras oportunidades que tive apenas duas duraram mais de 1 ano. Por conta disso coleciono frases como:

    Ninguém trabalha porque gosta, tem que trabalhar e ponto

    Pare de mudar de ideia a todo momento

    É preciso aprender a engolir sapos

    Você precisa aguentar mais

    Tenha mais paciência

    Verdadeiros mantras de autossabotagem, que minha reinvenção durante a pandemia me fez sacar esses gatilhos.

    A cada oportunidade que surgia, sentia uma sensação que gritava do peito: “DESSA VEZ VAIII”, criando uma empolgação interna que ao longo dos meses e da rotina ia se apagando dia após dia e tudo se resumia naquela sensação de “tô empurrando a vida com a barriga”.

    Os desafios para ser advogada /evolua.vc

    Mas um detalhe quero destacar, nunca fui demitida. Todas as vezes que me sentia angustiada num trabalho, me demitia e tentava “recomeçar”, seja em um novo emprego, área, função ou cidade.

    Frustrações à parte, resolvi buscar uma reinvenção durante a pandemia, refletir melhor e tentar entender o real motivo dessas situações repetidas vezes, foi a partir daí que comecei a me entender e enxergar uma luz em meio a tanta escuridão.

    Afinal, qual era o meu problema?

    Entender meus valores, princípios, crenças, medos, anseios e bloqueios era o primeiro passo a ser dado para essa caminhada. Estudei muito, tive novas experiências profissionais e busquei aprender um pouco mais de cada área que atuei.

    Maturidade /evolua.vc

    Só no ano passado, 2019, que decidi começar a trabalhar como autônoma e mesmo assim, lá no fundo sentia uma angústia interna e não entendia o real motivo.

    A situação era completamente diferente das outras que havia vivido, estava trabalhando com o que gostava, no meu tempo e não me sentia completa.

    Aceitava todos os tipos de trabalhos, fazia força para tirar do papel projetos pessoais antes deixados pela metade, participei de entrevistas de emprego e processos seletivos para tentar fazer a conta fechar ao final de cada mês.

    Na verdade era uma verdadeira corrida contra o tempo e não me dava conta disso. Até que chegou 2020, junto com o novo ano recebemos de bônus a pandemia e o isolamento social, ingredientes suficientes para atingir ao ápice da minha TAG (transtorno de ansiedade generalizada), foi quando vivi meu pico de desespero.

    Precisamos falar sobre terapia /evolua.vc

    Foi nesse momento que decidi buscar ajuda e começar uma terapia. Algumas sessões depois foi que entendi que minha reinvenção durante a pandemia era mais que necessária.

    A partir desse instante comecei a entender que não me encaixava nos padrões já predeterminados e não havia nada de errado com isso.

    Entendi que vender meu tempo e não meu talento era sim uma opção. Que não recusar trabalho e colocar metas com o único objetivo de fechar a conta ao final do mês era o que mais me esgotava psicologicamente.

    Ao perceber esse detalhe, tudo ficou mais claro

    O caminho para a realização profissional estava na minha frente e era completamente oposto ao que sempre me contaram. Foi nesse momento que reunir energias e comecei a construir novas possibilidades.

    Morar nos EUA mudou minha vida

    Ignorar padrões pré determinados e usar meu instinto para me completar como pessoa era sim uma opção e nesse momento minha prioridade.

    Minha reinvenção durante a pandemia esclareceu que nesse processo não cabe atender as expectativas de ninguém, somente as que me importa.

    Foi então que dei início a mais um ciclo em minha vida, com tempo suficiente para fazer o que amo.

    Me aceitando mais, entendendo que tenho limites e pontos a serem melhorados, confesso que nunca me senti tão aliviada. Descobri que nesse caminho

    Sou capaz de atingir meus objetivos

    todos os dias. Sem culpa, pois só agora consegui entender que ser assim não é um problema.

    É minha melhor solução. Vem comigo nessa redescoberta?

    Conheça nossa linha editorial e quem são os autores /evolua.vc

  • Almoçando CORAGEM, jantando ESPERANÇA, uma reflexão sobre pansexualidade

    Almoçando CORAGEM, jantando ESPERANÇA, uma reflexão sobre pansexualidade

    Desde que recebi o convite para integrar o time de autores neste projeto, a frase “Almoçando coragem e jantando esperança” não sai da minha cabeça, então decidi fazer uma reflexão sobre pansexualidade.

    Muitas pessoas dizem que o café da manhã é a refeição mais importante do dia, mas na correria algumas pessoas acabam não tendo tempo para tomar o café da manhã, por esse motivo considero o almoço como a refeição mais importante do dia e por isso o titulo.

    Infelizmente a realidade brasileira impede que muitas pessoas consigam ter essas duas refeições diariamente, mas é apenas uma metáfora. E pode apostar que voltaremos nesse tema da disparidade social por aqui.

    Os desafios para ser advogada /evolua.vc
    Uma reflexão sobre pansexualidade /evolua.vc
    /foto facebook pessoal

    Voltando ao assunto, tenho 34 anos, sou técnico em informática e bacharel em relações públicas, atuo em projetos de uma empresa de tecnologia no departamento de marketing. Sou homem pansexual, que cresceu em uma família religiosa e que recentemente, devido à quarentena, tem aprimorado suas habilidades de organização pessoal, intensificado uma reflexão sobre pansexualidade e lidado com meu projeto de auto amor e aceitação.

    Cresci em uma família maravilhosa mas que alguns assuntos não eram discutidos. Nenhum motivo aparente. Não havia uma proibição, mas eles nunca vieram à tona.

    A primeira e única conversa sobre sexo que tive com meu pai foi bem depois que perdi a virgindade e só aconteceu por MUITA insistência da minha mãe. Ele chamou meu irmão e eu para o quarto, fechou a porta, nos mandou sentar e disse:

    “É o seguinte, vocês já são homens feitos. Têm mãe e irmã. Não façam nada à uma mulher que não queiram que seja feito com elas! E usem camisinha

    Abriu a porta e saiu.

    Minha relação com meu pai durante anos foi quase inexistente, mas com o passar do tempo resolvemos isso e hoje ele é uma das pessoas que eu mais admiro em termos de integridade, amor ao próximo, caridade e cuidado com a família.

    Compartilho esse “episódio” para demonstrar como foi lidar com as reflexões, dúvidas e dores da minha sexualidade e do crescimento praticamente sozinho.

    Jean Cocteau /evolua.vc 1

    Nesse caminho encontrei um grupo de jovens que participei e trabalhei durante anos, falarei sobre isso numa próxima conversa, que foi um grande suporte e que me ajudou a estar aqui hoje fazendo uma reflexão sobre pansexualidade.

    Muito cedo criei uma ideia de que estava sozinho e que não havia quase ninguém por mim nesse mundo. Isso é assustador quando se é adolescente, principalmente quando cresce sendo xingado, apanha na escola e é extorquido para que não contem a seus pais que você é gay.

    Ralei bastante até aqui, na minha cabeça as outras pessoas eram melhores do que eu e se dariam bem com maior facilidade, pois não precisavam esconder quem eram e nem perder tempo se preocupando em engrossar a voz, como “andar sem rebolar” ou como se encaixar nas rodas de conversas sobre assuntos que não se interessavam, simplesmente para se sentir parte do grupo.

    Gabriela Augusto pela diversidade e inclusão

    Trabalhei muito, tanto a parte profissional, como a emocional, até atingir o patamar que estou hoje e poder sentir ORGULHO da pessoa que SOU.

    Ainda tenho muitos desafios.

    Mas, mesmo antes de estar passando 24h do dia comigo mesmo, já vinha num processo de me amar mais e de me voltar para meu crescimento interno.

    Comecei a fazer terapia há mais ou menos um ano (todo ser humano devia fazer, isso é sério!), tenho organizado momentos de descontração e conversas com amigas para lidar com tudo que estou vivendo durante esse momento triste de pandemia e isolamento social. Comecei a me cuidar mais fisicamente, a me exercitar para evitar problemas com sedentarismo.

    Precisamos falar sobre terapia /evolua.vc

    Todo esse processo para continuar progredindo e evoluindo, pede que almoce CORAGEM para seguir meus dias focado em meus propósitos pessoais e profissionais e que jante ESPERANÇA a cada noite após olhar para meu dia e avaliá-lo.

    A esperança não deposita a responsabilidade nos outros de que o futuro seja melhor que o presente. Ela alimenta a alma, te dando a força necessária para arregimentar sua coragem e botar a mão na massa para fazer sua parte.

    Nem sempre é fácil.

    Há dias em que não consigo ter as duas “refeições” como planejei ou dias em que o menu traz sentimentos diferentes dos que gostaria.

    Maturidade /evolua.vc

    Há dias que durmo com fome, mas também há dias que deito em júbilo, agradecendo o “menu certo” e me parabenizando pela escolha.

    Os fatores importantes que me levaram a entender o papel dessas “duas refeições” na minha vida foram estudar, me aceitar e principalmente entender que não há como falar de coragem sem aceitar a existência do medo.

    Encarar o medo com o máximo de naturalidade possível, me deixa mais forte e mais confiante para acertar na hora de pedir minhas refeições diárias.

    E você, qual cardápio escolheu hoje? Me conta ali nos comentários.

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  • Os desafios de uma adolescente durante a pandemia

    Os desafios de uma adolescente durante a pandemia

    Recentemente a ONU – Organização das Nações Unidas, fomentou um debate com especialistas para discutir os desafios do adolescente durante a pandemia.

    Ansiedade e saúde mental foram os pontos mais debatidos, que considerou dados de uma pesquisa feita com adolescentes com idade entre 15 e 18 anos que relataram sentir insegurança em relação à COVID-19.

    Precisamos falar sobre terapia /evolua.vc

    Entre os dados, 80% dos que responderam a pesquisa revelaram preocupações com a própria saúde e da família, já 61% afirmaram insegurança com o futuro.

    Maria Clara Jacob /evolua.vc
    /foto facebook pessoal

    Me chamo Maria Clara e decidi fazer parte desse projeto pensando em gerar reflexão sobre os mais variados temas que rodeiam minha vida, o mais atual deles, os desafios do adolescente durante a pandemia e o isolamento social, direcionado diretamente para o público no qual me encaixo.

    Uma coisa que com certeza ninguém esperava, a pandemia impactou diretamente a vida de todos a minha volta. Antes dela vivia uma vida normal de adolescente de 14 anos, quando do dia para noite fui surpreendida por uma avalanche de incertezas.

    A rotina de uma adolescente durante a pandemia

    Minha rotina não tem sido nada fácil, todos os dias seguia um roteiro que agora foi proibido. Me sinto perdida no tempo, porque imagina, você está vivendo sua vida normalmente e algo totalmente inesperado acontece, sem mal saber o que fazer, tudo a minha volta foi alterado.

    Acordar, ir a aula, ver amigos, voltar pra casa, sair, nada disso mais faz parte da minha vida. Agora as palavras do novo normal são:

    Estar online

    EAD

    Classroom

    Google Meet

    Se você é estudante como eu, sabe muito bem o que essas palavras significam.

    Maturidade /evolua.vc

    Uma verdadeira readaptação da noite para o dia, os desafios dos adolescentes durante a pandemia pode até parecer simples, mas as dúvidas e opressão que sofremos, resultado do isolamento social estão longe de serem simples.

    Nosso momento

    Não está sendo fácil para ninguém, certamente, mas ter esperança é preciso. Sinto que esse é o melhor momento para refletir sobre a vida e sobre nós mesmos. Aprendi que se reinventar e dar meu melhor é o mínimo que posso fazer, porque acredite, quando tudo isso acabar certamente me tornei uma pessoa melhor.

    Tenho aprendido coisas importantes, que talvez não tivesse aprendido se não fosse todos os desafios pelo qual estou passando durante essa pandemia. Os exemplos são muitos, dar valor as pequenas conquistas e momentos.

    Nossas escolhas nos tornam quem somos e quem seremos no futuro.

    Partiu intercambio /evolua.vc

    Sonhar é o que mais tenho feito, me projetar no futuro que almejo e não no que está acontecendo, infelizmente nem todos são o que parecem ser e que ter rumo, evita que acabemos presos no mesmo obstáculo repetidas vezes, por nos limitarmos.

    Os desafios do adolescente durante a pandemia, o isolamento social em si tem sido um desses obstáculos e vejo a minha volta que muitos tem parado nele e isso me preocupa, não se pode deixar abater.

    Faça desse o seu momento.

    ENFRENTE O MEDO!

    Não desista por medo ou por quê algo saiu errado, persista! Só assim chegará ao futuro desejado. Independente do que esteja acontecendo a sua volta, reflita e dê seu ponto de vista para cada ato cometido, dessa forma verá que o medo que te impede será a cada novo dia, superado.

    O medo determina limites para que não possa ultrapassá-los, mas em meio a tantas dúvidas, uma coisa tenho certeza, já passou da hora desses limites não existirem mais.

    Compartilha comigo seu ponto de vista?

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  • Lidar com opinião, desafio e ansiedade durante a quarentena

    Lidar com opinião, desafio e ansiedade durante a quarentena

    Tudo ao mesmo tempo, lidar com opinião, desafio e ansiedade durante a quarentena costuma não ser muito saudável, porém, é algo presente e inserido nesse momento que vivemos.

    Mas temos que concordar, tanto eu quanto você não deveríamos nos importar tanto, só se vive uma vez e carregar a angústia de não ter tentado é algo que não devemos levar na bagagem.

    Há tempo que escrevo e apago, começo e não termino.

    Efeitos da primeira quarentena vivida, que veio para me ensinar a lidar com opinião, desafio e ansiedade durante a quarentena. Já li e ouvi sobre desânimo, angústia e mais meia dúzia de adjetivos.

    Precisamos falar sobre terapia /evolua.vc

    Pode até ser o medo de não agradar, o medo de não ser aceita, o medo da insegurança, de fazer o máximo e mesmo assim não atingir a expectativa alheia.

    E veja bem, não sou apenas eu.

    Desde o início de tudo isso lidar com opinião, desafio e ansiedade durante a quarentena que tomou de assalto o planeta inteiro, logo no primeiro mês do ano ouço quase que diariamente pessoas relatando suas sensações.

    Medo

    Desânimo

    Insegurança

    Receio que o pior está por vir. As vezes tenho a impressão que estão nos cercando de inseguranças.

    A vida em tempos de pandemia /evolua.vc

    Os jornais relatam, os amigos compartilham e a ansiedade aumenta. Se tudo isso não fosse suficiente, estamos imersos num nevoeiro de incertezas, a vontade de superar essa fase parece que grita meio que discretamente, redundante, mas:

    APOSTO que já sentiu essa sensação?

    Num momento como esse, querer fazer o melhor é o que mais desejamos, porém, nos deparar com opinião, desafios e ansiedade, fazem com que percamos boa parte da energia necessária para sua real execução e sinceramente?

    Não existe nada de errado nisso.

    Temos quase que por instinto achar que precisamos da aprovação alheia, essa vontade de sempre acertar e agradar aqueles que estão à nossa volta, usando esse resultado como termômetro para medir o nível de sucesso obtido em determinada fase da vida, cansa!

    E não, não estou dizendo que pouco importa a opinião alheia.

    Porém agir apenas sobre o consentimento do outro nunca foi fórmula de sucesso. As maiores inovações da história nasceram do descontentamento, da ousadia de se fazer diferente.

    Quero dizer que, colocar nossos valores na mão do outro pode gerar respostas que não esperamos. Mas precisa ser encarado como fator natural da ousadia que é viver.

    Pessoas são múltiplas e diversas.

    O ano que decidi cursar psicologia /evolua.vc

    O que pra mim pode ser legal, para o outro pode ser um tédio na mesma medida. Pensar diferente aguça a curiosidade de tentar interpretar o mundo pela ótica alheia.

    Meus valores são responsabilidade minha.

    Deixar que a opinião, os desafios e a ansiedade alheio mude nossa essência pode gerar frustrações futuras irreparáveis. Até porque, o que falam ou pensam sobre você é algo que foge ao controle.

    Gastar o mínimo de energia com esses fatores já melhora e muito nossa produtividade. Então, minha sugestão é exatamente aquilo que tenho aplicado na vida.

    Aproveitar a reclusão para um autoconhecimento.

    Uma análise detalhada sobre quem realmente sou e onde desejo chegar tem me auxiliado a buscar minha melhor versão, fazendo mais por mim e menos pelo que irão pensar ou falar sobre isso.

    Reflita sobre isso e me conte sua opinião?

    Assim, termino minha primeira contribuição aqui, talvez tenha te agradado ou não, mas com TODA certeza, me agradei!

    Gratidão resume.

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  • Maturidade – A arte de se permitir voar com a vida

    Maturidade – A arte de se permitir voar com a vida

    Demorei a entender que maturidade é uma espécie de prontidão do espírito. É estar aberto ao movimento da vida, mesmo que este movimento não corresponda, de imediato, às expectativas pessoais. E reconhecer, com leveza e gratidão, o quanto a aventura de viver é surpreendente e ilimitada.

    Eliane Miraglia, é a 13° convidada para nossa roda de conversas, sobre o tema Maturidade em qualquer idade.

    Maturidade em qualquer idade /evolua.vc
    Fernanda Montenegro e Emicida /evolua.vc
    Fernanda Montenegro e Emicida /twitter

     Assista pelo instagram.

    Em novembro de 2019, ouvi pelo rádio, uma entrevista do rapper Emicida sobre a parceria entre ele e a atriz Fernanda Montenegro, para compor uma das faixas do álbum AmarElo. Montenegro, já conhecia o texto que interpretaria: o poema Ismália, publicado por Alphonsus de Guimaraens em 1910.

    Encantado, Emicida, conta que ao se encontrarem no estúdio, a primeira coisa que Montenegro, fez foi se informar sobre o contexto em que o poema seria utilizado.

    Depois de ouvir com atenção às propostas do rapper e da equipe, ela decidiu regravar o texto, para dar outra atmosfera à interpretação.

    Aparentemente banal

    Esta experiência é um exemplo de maturidade tanto do cantor quanto de atriz. Apesar da carreira incomparável. Fernanda Montenegro, 90 anos, escolheu se abrir a uma nova forma de interpretar, para ampliar seu repertório.

    No território do rap.

    Mesmo mais jovem, Emicida, 35 anos, reconheceu a oportunidade de aprender com aquele posicionamento de alguém que, dispõe só de carreira profissional, o dobro do que ele tem em idade.

    Caso esse exemplo seja muito distante da sua realidade e aquela falsa sensação de que, “OPA! Eles são artistas e eu não”. Sugiro a leitura da conversa iniciada aqui, pelo Daniel Minoh. É uma conversa transformadora.

    Cursar Jogos Digitais | EVOLUA.VC

    Um detalhe que sempre me chama atenção em histórias como as relatadas acima é a contrariedade ou um aparente impasse.

    Amadurecer, de certa forma é uma relação com o tempo, no sentido de escolher adiar a satisfação imediata do desejo e experimentar o convite inesperado da vida.

    Somente quando todo o arco desta aventura se completa, é que se descobre que a vida, por um caminho impensável, realizou aquele mesmo desejo antigo de um modo muito mais amplo.

    A maturidade precisa ser cultivada em todas as etapas da vida, muito mais por quem já a manifesta com maior desenvoltura e frequência.

    Amadurecer não é uma experiência cronológica.

    Existem incontáveis idosos jovens, que nunca amadureceram e por opção, nunca amadurecem!

    São imaturos e resistentes às propostas da vida.

    Há muita humildade em superar a contrariedade do ego, em adiar o desejo, sem garantias de resultado.

    Há muita coragem libertadora e força inspiradora no mergulho em queda livre, com a mínima possibilidade de voo, como tão lindamente conta o poema de Alphonsus de Guimaraens.

    Há muitas histórias admiráveis sobre maturidade.

    Quem sabe, você prefira uma minissérie? Se esse for seu caso, então, sugiro que assista: A vida e a história da Madam C. J. Walker.

    Meu interesse pelo tema Maturidade não é aleatório.

    É o desdobramento de uma carreira profissional longeva na área de previdência complementar. Hoje, acredito sinceramente que o novo normal só será transformador para quem, independentemente da idade, se dispuser a dançar a nova canção planetária, entoando suas grandes causas.

    Penso que, assim, a maturidade deixará de ser uma experiência individual para se tornar um projeto coletivo de evolução humana. Nossa espécie precisa de soluções efetivas e mais arrojadas que somem para todas as espécies.

    A maturidade talvez seja o convite para o estado da arte de ser Humano.

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  • O que aprendemos com a Pandemia?

    O que aprendemos com a Pandemia?

    Nesse momento, mais do que nunca todos os meus planos de vida e principalmente os planejamentos profissionais estão sem perspectivas definida e com o surgimento das dificuldades, fique a questão, o que aprendemos com a Pandemia?

    O certo nesse caso é que por mais que estude, trabalhe e dê seu melhor, não temos mais às certezas que tínhamos antes.

    Me formei no ano de 2002 em Jornalismo e hoje, 18 anos depois, vivo um momento cheio de incertezas e boas oportunidades para reinvenção.

    Momento para se reinventar

    Seja como jornalista, filha, esposa, tia, irmã e porque não, como mulher! Transformar o meio onde vivo e plantar as sementes que desejo colher no futuro. Sementes essas que já começam a desabrochar, visto que meu MBA, nunca foi tão primordial na minha vida.

    Esse novo tempo, me mostra que a migração para o digital é quase que inevitável, uma necessidade de sobrevivência. Sem as opções de comprar, pagar e estudar, tudo seria muito dramático, o isolamento social nos ajudou a repensarmos nossas prioridades.

    Consegui adaptar minha vida e o trabalho dentro de casa, ganhei tempo para me dedicar mais ao conhecimento que tem me agregado uma força intensa nesse momento.

    Talvez você sinta preguiça a princípio, eu também senti. Faz parte do processo de adaptação. Mas quando comecei a sair da minha zona de conforto, foi quando comecei a encontrar respostas.

    Ao aprender algo novo, minha forma de pensamento identificou novas possibilidades, oportunidades começaram a aparecer, insights valiosos surgem a cada instante.

    O que aprendi com a Pandemia?

    A me dedicar mais na transformação desse momento, buscando nos livros dos mais variados temas, relendo livros antigos, agora com uma nova percepção de mundo, assistir vídeos que fazem nosso ânimos reacender.

    O cérebro é poderoso

    No documentário O Código de Bill Gates, o protagonista relata que seu hábito de leitura é o principal combustível para uma mente sempre ativa e com boas ideias.

    Assista ao vídeo:

    Seguindo essa lógica, cada livro que leio, aprendo algo novo, que me ajuda a resolver questões da vida adulta de uma forma diferente. A leitura alimenta minha sensação de curiosidade, o que tem ajudado a conduzir minha vida em tempos de pandemia.

    Para essa fase, ver germinar ideias me alegra, espero que possa encontrar algum propósito aqui e evolua para que outras pessoas também possam realizar contigo. Juntos a gente está escrevendo o futuro e realizando sonhos.

    Não desista!

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  • Tudo parte da reflexão

    Tudo parte da reflexão

    Quero empenhar-me em escrever coisas que passaram pela minha vida, ao mesmo tempo que possa agradar, ao menos que um pouco, aos leitores que por ventura visitam, ou que venham visitar, este canal que pretende tornar-se uma mídia agradável, alegre, informativa e pronta a discutir coisa que afetam as relações humanas dos leitores. 

    Por aí devem passar a política, a economia, relacionamento entre pessoas, literatura e outras formas de arte. Enfim, tudo que envolva o ser humano.

    Isto digo porque sei que outros colegas aceitarão o mesmo convite para compartilhar suas ideias com a presente mídia, sempre expondo seus pensamentos com iguais propósitos. Sendo que, à medida que possamos descobrir o perfil do leitor, mais possamos nos esmerar nos assuntos que ele espera encontrar aqui, de uma forma agradável e natural. 

    Assim estaremos todos na busca de complementar o leitor sobre variados assuntos.

    Para quem não me conhece, farei constar, sou Dirceu Barbosa e farei constar aqui um pequeno resumo de pensamentos, não por presunção ou vaidade, longe disso, mas simplesmente para que nos conheçamos melhor ou, quem sabe, com mais intimidade até.

    Conheça nossa linha editorial e quem são os autores /evolua.vc