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  • Porque escolhi cursar Jogos Digitais

    Porque escolhi cursar Jogos Digitais

    Muitos me fazem essa pergunta quase que diariamente e isso começou no ano de 2012 quando escolhi cursar Desenvolvimento de Jogos Digitais pela FATEC de Carapicuíba, uma área nova que nasceu em meados de 2006 no Brasil, mas muito pouco conhecida aqui.

    Talvez esse seja o principal motivo dos questionamentos que recebo repetidas vezes. Então acredito ser essa uma excelente oportunidade para compartilhar com você que me lê, nesse novo local que aqui surgi.

    Vi nessa escolha a possibilidade de me tornar um dos primeiros alunos de jogos digitais do Brasil, por ser uma área nova, havia muito pouca procura naquele momento.

    Antes de decidir, pesquisei muito para compreender o mercado que estava entrando e realmente foi um caminho sem volta. Quanto mais me informava, mais a área me atraia. Nesse momento descobri que o desenvolvimento de jogos para desktop estava em alta e estava se tornando fonte de renda e lucro capital de muitos profissionais em países mais desenvolvidos.

    Neste momento não tive dúvidas, criar uma fonte de renda fazendo o que amo, fez meu coração acelerar. Mergulhei de cabeça! Já quando estava no 4 semestre da faculdade, escolhi o caminho dos jogos analógicos ou tabletop, como preferir.

    Jogo analógico nada mais é que jogos de tabuleiros, virei hobista em jogo analógico, mas se engana quem acha que essa foi uma escolha fácil. Depois de concluir a faculdade, consegui emprego apenas em uma área muito distante da minha formação.

    Num primeiro momento me soou estranho, mas foi a primeira porta a se abrir e não poderia deixar de aproveitar. Foi em Engenharia de Software especializada em Metodologias Ágeis para acelerar e aperfeiçoar projetos que iniciei minha carreira.

    Na minha cabeça aquilo não estava correto, me via completamente distante da minha formação e foi em uma conversa descompromissada com meu ex chefe que me ajudou a entender o quanto essa primeira experiência poderia SIM somar com minha formação para um maior desenvolvimento e um foco em produtividade.

    Essa conversa foi transformadora, abrindo um leque de oportunidades na minha vida.

    Aqueles conselhos abriram minha mente e as possibilidades quando deixei a empresa de engenharia de software no ano de 2016, foram INÚMERAS. Percebi que podia fazer mais. Foi aí que comecei a treinar novas habilidades e novos skills também em arte, negócios e até em gestão de tempo encontrei oportunidade.

    Hoje estou a caminho de concluir meu mestrado em Desenvolvimento de Jogos pela PUC-SP e estou realmente determinado a ser professor nessa área, principalmente depois de toda essa mudança que estamos vivendo.

    Inspirar futuros alunos é meu próximo objetivo.

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  • O que aprendemos com a Pandemia?

    O que aprendemos com a Pandemia?

    Nesse momento, mais do que nunca todos os meus planos de vida e principalmente os planejamentos profissionais estão sem perspectivas definida e com o surgimento das dificuldades, fique a questão, o que aprendemos com a Pandemia?

    O certo nesse caso é que por mais que estude, trabalhe e dê seu melhor, não temos mais às certezas que tínhamos antes.

    Me formei no ano de 2002 em Jornalismo e hoje, 18 anos depois, vivo um momento cheio de incertezas e boas oportunidades para reinvenção.

    Momento para se reinventar

    Seja como jornalista, filha, esposa, tia, irmã e porque não, como mulher! Transformar o meio onde vivo e plantar as sementes que desejo colher no futuro. Sementes essas que já começam a desabrochar, visto que meu MBA, nunca foi tão primordial na minha vida.

    Esse novo tempo, me mostra que a migração para o digital é quase que inevitável, uma necessidade de sobrevivência. Sem as opções de comprar, pagar e estudar, tudo seria muito dramático, o isolamento social nos ajudou a repensarmos nossas prioridades.

    Consegui adaptar minha vida e o trabalho dentro de casa, ganhei tempo para me dedicar mais ao conhecimento que tem me agregado uma força intensa nesse momento.

    Talvez você sinta preguiça a princípio, eu também senti. Faz parte do processo de adaptação. Mas quando comecei a sair da minha zona de conforto, foi quando comecei a encontrar respostas.

    Ao aprender algo novo, minha forma de pensamento identificou novas possibilidades, oportunidades começaram a aparecer, insights valiosos surgem a cada instante.

    O que aprendi com a Pandemia?

    A me dedicar mais na transformação desse momento, buscando nos livros dos mais variados temas, relendo livros antigos, agora com uma nova percepção de mundo, assistir vídeos que fazem nosso ânimos reacender.

    O cérebro é poderoso

    No documentário O Código de Bill Gates, o protagonista relata que seu hábito de leitura é o principal combustível para uma mente sempre ativa e com boas ideias.

    Assista ao vídeo:

    Seguindo essa lógica, cada livro que leio, aprendo algo novo, que me ajuda a resolver questões da vida adulta de uma forma diferente. A leitura alimenta minha sensação de curiosidade, o que tem ajudado a conduzir minha vida em tempos de pandemia.

    Para essa fase, ver germinar ideias me alegra, espero que possa encontrar algum propósito aqui e evolua para que outras pessoas também possam realizar contigo. Juntos a gente está escrevendo o futuro e realizando sonhos.

    Não desista!

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  • Tudo parte da reflexão

    Tudo parte da reflexão

    Quero empenhar-me em escrever coisas que passaram pela minha vida, ao mesmo tempo que possa agradar, ao menos que um pouco, aos leitores que por ventura visitam, ou que venham visitar, este canal que pretende tornar-se uma mídia agradável, alegre, informativa e pronta a discutir coisa que afetam as relações humanas dos leitores. 

    Por aí devem passar a política, a economia, relacionamento entre pessoas, literatura e outras formas de arte. Enfim, tudo que envolva o ser humano.

    Isto digo porque sei que outros colegas aceitarão o mesmo convite para compartilhar suas ideias com a presente mídia, sempre expondo seus pensamentos com iguais propósitos. Sendo que, à medida que possamos descobrir o perfil do leitor, mais possamos nos esmerar nos assuntos que ele espera encontrar aqui, de uma forma agradável e natural. 

    Assim estaremos todos na busca de complementar o leitor sobre variados assuntos.

    Para quem não me conhece, farei constar, sou Dirceu Barbosa e farei constar aqui um pequeno resumo de pensamentos, não por presunção ou vaidade, longe disso, mas simplesmente para que nos conheçamos melhor ou, quem sabe, com mais intimidade até.

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  • Como morar nos EUA mudou minha vida

    Como morar nos EUA mudou minha vida

    Eu sou Marília Munhoz, completo vinte e cinco anos em poucos dias e quem venho me tornando nessa (não tão longa) jornada deixa meu coração feliz. Não só feliz por conquistar – com muito esforço – meus objetivos e morar nos EUA, mas por, durante o caminho, evoluir psicologicamente, socialmente, emocionalmente e espiritualmente.

    Há pouco mais de três anos completei minha tão sonhada graduação em Jornalismo e preciso ser sincera, como esse momento me marcou! Foi a etapa em que mais me senti crescendo intelectualmente por todo o conhecimento compartilhado e adquirido. Foi onde abri minha caixa de Pandora de conceitos enraizados e deixei entrar a pluralidade de pontos de vista. Deixei fazer parte de mim aquilo que eu vi e ouvi, cada pessoa com quem eu aprendi.

    Pessoalmente, acho que fui corajosa em admitir muitos dos meus preconceitos, me deixar vulnerável e deixar ser educada por aqueles que tinham a experiência de uma vida. Mas engana-se você que pensa que é fácil se desvencilhar do que sempre acreditou ser verdade. É muito difícil chegar à conclusão de que a nossa própria realidade é infinitamente limitada se comparada a bilhões de realidades vividas diariamente.

    Ok. Completei minha graduação já muito orgulhosa de quem era aos 22 anos. Até eu embarcar, aproximadamente um ano depois, num avião para ir morar nos EUA.

    Vista Rockefeller Center evolua.vc
    Vista Rockefeller Center

    Se você não sabe o que é choque de realidade tente se desafiar em algo completamente novo que te tira da zona de conforto no pontapé. Pois bem, foi essa a sensação que eu tive. Senti o impacto do chute assim que afivelei o cinto para decolar e perceber que não tinha mais volta. E não teve.

    Ali naquele terminal eu deixei meus pais, minhas irmãs, minha família, meus amigos, meu gato, minhas roupas, minha comida, meu Português, parte da Marília que eu conhecia.

    Mais uma vez, assim que me deparei com a nova realidade. Morar nos EUA me abriu para a desconstrução de muitos conceitos e construção de novos que, até hoje, não acredito ter sido capaz de assimilar tanta coisa.

    E fui. E somos.

    Hoje, há dois anos longe de casa, posso dizer que construí um lar interior onde habita minha família, amigos, meus orgulhos, minhas inseguranças, minhas conquistas e alegrias, minha saudade, minha fortaleza dentro de mim mesma. Tudo habita em paz na mais completa harmonia na maior parte do tempo (às vezes sai briga de ego, mas tudo certo).

    Posso dizer que apenas recentemente alcancei um nível de maturidade muito interessante e isso me assusta até hoje. No dia em que somos capazes de olhar para si mesmos e escancarar pontos fracos para nos curarmos SOZINHOS, aí sim alcançamos um destino importante. O meu grita,

    BEM VINDA À VIDA ADULTA.

    Essa jornada é a mais perfeita roda gigante: quando se está no alto é preciso ter consciência e se preparar para o momento de estar no baixo. Quando no baixo se encontrar é obrigatório ter a certeza e tranquilidade de que o alto chegará novamente. Cíclico. Em ambas posições se perde e se ganha, mas estar a bordo da sua própria corrida é valioso e inigualável.

    É sobre diferentes altos e baixos e os desafios de morar nos EUA que eu vou falar nesse espaço e espero, junto de vocês, criar uma comunidade forte de apoio às nossas rodas gigantes particulares. 

    Vai ser um passeio lindo!

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