Em ano de eleição, o Brasil se mostra atento a interesses específicos, acendendo um alerta para a livre circulação da informação. Com denúncias recentes sobre o aumento do compartilhamento de fake news, país se projeta para baixo.
Esse acordo foi firmado ontem (28 abril 2022) em Washington e reuniu mais de 50 países com propostas que visam proteger a continuidade de uma internet livre e segura para suas nações.

Iniciativa que busca fazer frente a governos autoritários, como a Rússia, que vem restringindo o acesso a internet a sua população. Tal atitude visa interesses particulares, principalmente o controle, impedindo a livre circulação de informação.
Batizado de Declaração para o Futuro da Internet, (DFI) em tradução livre. Seu objetivo principal está em fortalecer a democracia, proteger a informação e garantir a privacidade para um mundo cada dia mais livre.
A resposta negativa do Brasil, representa retrocesso, ameaça a liberdade de expressão e o livre acesso à informação, abrindo brechas para a difusão de notícias falsas e limitando o uso da internet.

Não foram apenas as grandes nações que adotaram a declaração, países como Argentina, Chipre, Quênia e Ucrânia compõem o grupo para garantir o livre acesso à informação como prioridade.
Mesmo não sendo obrigatório, a participação busca estabelecer princípios fundamentais que chamam atenção para a importância em promover uma internet livre, gratuita, global, segura e de confiança.
Outro pilar da declaração está em apontar a necessidade de iniciativas públicas que favoreçam o acesso de qualidade a grupos menos favorecidos.
Acima de tudo a proposta não está direcionada a um país e sim na clara preocupação com a crescente censura de veículos de comunicação e vigilância ilegal de informação.
Num ano de eleições, estar atendo a questões como essa faz TOTAL diferença para um futuro próspero.
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